domingo, 30 de janeiro de 2011

CHILE. Julho de 2006

·       Cidades visitadas: Buenos Aires, Santiago, Punta Arenas, Puerto Natales, Puerto Montt, El Calafate, Pucón
·       Total de dias: 21
·       Valor aproximado – 2 pessoas: US$ 2.200,00 (incluído as passagens aéreas)
·       Número de pessoas: 02

Saímos de PORTO ALEGRE no dia 18/7/2006 no vôo da Aerolineas Argentinas (AA) em direção a BUENOS AIRES (BA), chegamos às 17:30h, pegamos um táxi até o Hotel Régis (Calle Lavalle, 813), localizado no centro. O valor da corrida do táxi foi U$50,00, um pouco acima do que imaginávamos. Deixamos as malas no hotel e fomos caminhar no centro de BA, já estava anoitecendo, fomos até a PRAÇA DE MAIO, em frente à CASA ROSADA, que não estava tão rosada em suas laterais e não percebemos que era ela, pois vínhamos de uma rua lateral. Dali voltamos pela Av. FLORIDA, semelhante a Rua da Praia de Porto Alegre, que tem muitas lojas, no caminho paramos no M’c Donald para fazer um lanche ($8), depois fomos até a Calle 9 de Julho, a avenida mais larga do mundo, na qual esta localizado o OBELISCO, que foi erguido na Praça da República, no cruzamento das avenidas Corrientes e 9 de julho, em comemoração ao quarto centenário da fundação da cidade.
                     Casa Rosada - Buenos Aires (Argentina)
                

Cotação de Moedas na época da viagem:
Peso Argentino:      R$ 1,00 = $ 0,85
Peso Chileno:         R$ 1,00 = CLP 0,005
Dólar USA:             R$ 1,00 = US$ 2,35
Salário Mínimo: PCL 135.000 / R$ 675 (47 h/semana)

Após fazermos algumas fotos junto ao belisco retornamos ao hotel pela Calle Corrientes, já eram quase 21h. Mais tarde, após um bom banho e uma pausa para descanso, saímos novamente para jantar. Fomos à Pizza Roma, uma pizzaria expressa que usava forno a lenha, lugar barato e simples ($3,30). No dia seguinte (19/7) acordamos cedo, 4h30min, para pegar o vôo com destino a SANTIAGO, aproximadamente 40 minutos do hotel até o aeroporto.
Chegamos em SANTIAGO, capital do CHILE, por volta das 9h20min do dia 19/7, quando o avião aproximou-se de Santiago já podíamos ver de longe as cordilheiras cobertas de neve, imagens sensacionais e que ficaram em minha memória, pois foi emocionante ver aquelas montanhas de gelo. Há o fuso de uma hora a menos, a temperatura estava na faixa de 5ºC. Ao desembarcarmos ficamos quase 1 hora na fila da imigração. Para deslocarmos até o hotel resolvemos utilizar um táxi (particular), que cobrou CLP 10.000 (R$50). David Orellana, o motorista do táxi, durante o trajeto até o Hotel, atuou também como guia turístico, falando da cidade, da cultura e de alguns locais para visitação, sobre a qualidade do ar em Santiago, que a poluição urbana dos veículos e máquinas fica “presa” no vale formado pela Cordilheira dos Andes que circunda a capital chilena. Também fez alguns comentários políticos a respeito da presidenta Michelle Barchelet, que seu governo não estava indo muito bem, pois em virtude de ser mulher não era “dura” como seria necessário para lidar com os políticos e empresários. Depois comentou - orgulhoso – sobre a linha expressa, uma via que diminuiria o tempo para o deslocamento do aeroporto até o centro, reduzindo de 1 hora para 30minutos.
                                 Santigo
O Hotel tinha instalações simples, mas uma localização privilegiada, próximo aos principais pontos turísticos localizados no centro da capital. Na recepção do hotel, chamou atenção o atendente ter falado apenas com o homem do casal, ignorando minha companheira, mesmo tendo ela feito a reserva que estava em seu nome, o que ela considerou uma atitude um pouco machista. Após deixarmos as malas no hotel fomos caminhando até a região central, acabamos indo ao MERCADO CENTRAL para visitar e almoçar, inicialmente fomos para experimentar os famosos mariscos “El loco”, mas o valor estava “salgados” (CLP 11.000/R$ 55 por pessoa), optamos por salmão e congrio com acompanhamentos (CLP 3.500/R$ 17,50 p/pessoa). Voltamos ao hotel para uma breve cesta após o almoço e depois fomos visitar o MUSEU DE BELAS ARTES. Após a visita ao museu fizemos um lanche, experimentamos o “italiano” (CLP 600/R$3), tipo um cachorro quente, porém com abacate (o abacate é diferente do brasileiro, pois é um abacate pequeno e com casca escura), que deixa mais leve a comida, ele é um dos lanches mais baratos e popular. Fomos caminhando pelo centro a procura de uma loja de informática ou fotografia para baixar as fotos e liberar a memória da câmera, acabamos achando uma loja que cobrou CLP 600 para gravar um CD, que pegaríamos no outro dia. O acesso à internet custo em média CLP 300/R$1,50 por 1 hora. Neste dia fomos dormir cedo, pois havíamos acordado muito cedo e os deslocamentos da viagem e caminhadas do dia nos deixaram exaustos.
No dia seguinte (20/07/06) levantamos cedo, 8h, para tomar café e irmos ao VALE DO MAIPO, um passeio de ônibus (PCL25.000/ R$ 125,00- 2 pessoas) até o vale dos vinhedos que dura aproximadamente 6 horas, sendo que  optamos por visitar a Vinícola Concha y Toro, que produz o vinho “Casillero del Diablo”, entre outros, essa é uma das diversas vinícolas existentes na região. Fomos pela Av. Subterrâneo e no trajeto passamos por paisagens e locais muito bonitos, e, claro, a CORDILHEIRA DOS ANDES sempre ao fundo. Durante o dia não estava muito frio, sendo que a temperatura variava entre 15ºC e 18ºC, semelhantes às temperaturas do inverno gaúcho. 
Após a visitação da vinícola fomos almoçar no centro, um prato bem popular: “papa, pollo y ensalada”, ou seja, batata, frango e salada (CLP 1850/R$9,25 p/pessoa). Depois fomos caminhando até a morada do poeta  PABLO NERUDA, que é aberta para visitação e fica localizada em um bairro boêmio da Santiago com diversos bares, ao estilo Cidade Baixa de Porto Alegre. No entanto, ao chegarmos à casa do poeta, ela acabara de fechar, pois o horário de visitação era até 17h e demorarmos um pouco para encontrá-la, tendo nos chamado atenção que diversos moradores próximos não sabiam onde ela ficava. Visitamos uma feirinha na proximidade e depois voltamos ao hotel, pois já estava escurecendo e tínhamos uma caminhada de volta.
Na manhã do dia 21 levantamos cedo, 5h30min, para pegarmos ás 7h30min um avião da LAN Chile - diga-se de passagem, que possui melhores serviços do que a AA - que nos levaria até o extremo sul e Patagônia Chilena, a cidade de PUNTA ARENAS. O táxi do hotel até o aeroporto pela av. alameda custava CLP 10.000 e demorava 30min, já pela via expressa seria 15 min e CLP 11.500. Havíamos comprado as passagens deste vôo na mesma agência de Punta Arenas que tínhamos contratado alguns passeios, pois não conseguíamos comprar passagens para vôos internos da LAN. Devido ao pequeno atraso de 30 min na saída do vôo, que teve escala em PUERTO MONTT, cidade que visitaríamos posteriormente, acabamos chegando às 12h15min. A viagem de avião já antecipava algumas belezas que iríamos encontrar, as cordilheiras cobertas de neve vistas do alto são exuberantes, as águas dos rios e lagos totalmente congeladas. Ao chegarmos no aeroporto o Jorge, um senhor de mais ou menos 70 anos, morador da região desde 1948 e que atualmente trabalhava fazendo o transporte de turistas, nos aguardava para nos levar até o hotel.
                         Punta Arenas
Em nossa chegada em PUNTA ARENAS estava muito frio, perto de 1ºC, o que deixava as poças de água da chuva congeladas, mas – segundo o Sr. Jorge, a temperatura estava boa (entre -3ºC e 1ºC). Fomos até a agência (ofício) de turismo encontrar Rossana, muito simpática e gentil, com quem fomos fazer acertos e definir alguns passeios que faríamos além dos que já havíamos definido anteriormente, ela nos passou os vauchers dos passeios e viagens que tínhamos marcado na região. Aproveitamos o micro da agência para passar as fotos para um CD e liberar a memória da câmera.
Saímos da agência para conhecer um pouco do centro de Punta Arenas, fomos até a Praça das Armas que tinha o monumento ao Fernando de Magallanes descobridor do Estreito de Magallanes e várias construções antigas ao seu redor. Chamou nossa atenção o estilo das calçadas, sem desnível com a rua, muito semelhante ao estilo americano. Os policiais, chamados de “carabineros” usam gorros de pele de animal, bem ao estilo russo. Logo tivemos que procurar um lugar abrigado para sair do frio que estava nos congelando, entramos em uma cafeteria que estava com a calefação ligada, o que é muito comum na região, com isso, tiramos os casacos e bebemos um bom café para esquentar o corpo. Depois fomos fazer um tour pela cidade, que estava incluído no pacote, para conhecer alguns pontos turísticos, dentre eles, o cemitério da cidade, por mais estranho que tenhamos achado, realmente era um lugar muito bonito, com seus ciprestes alinhados e podados decorativamente. 
                         Cemitério - Punta Arenas
Após esta inusitada visita fomos ao free shop, onde compramos alguns acessórios para enfrentar melhor o frio, como luvas(guantes), gorros(borro) e meias, ao final da tarde e do tour pela cidade fomos direto para a rodoviária (18h30min) pegar o ônibus(buses) que nos levaria para PUERTO NATALES, no entanto, antes de chegarmos na rodoviária começou a cair, o que parecia uma chuva fina, mas quando começara a ver de perto era na verdade uma neve fina que caia lentamente e contrastava com as pequenas poças de água congelada. Chegamos ao nosso destino às 21h30min, onde um outro senhor nos esperava para nos levar até o hotel, ficamos hospedados nessa cidade para no dia seguinte fazer o passeio de barco até os glaciais.
No dia seguinte (22/7/06) saímos às 8h30min, ainda estava escuro, pois os dias são mais curtos, o que impossibilitou de ver as belezas do lago que tinha em frente ao hotel, nesse dia fomos conhecer o “Parque Nacional Torres Del Paine”, no caminho passamos na caverna milodontes (Milodon darwinii) – semelhantes a um grande urso com cabeça de camelo, já extinto. 
                         Torres Del Paine
Nessa região em épocas mais frias as temperaturas variam de -15ºC a -25ºC e os ventos a velocidade de até 120 Km/h. Fomos em micro ônibus que levava outros turistas de diversos lugares do mundo, conhecemos algumas senhoras francesas e uma jovem uma francesa que tinha servido no exército israelense, ela estava viajando há três meses e já tinha passado pelo Brasil. No trajeto víamos muito gelo na vegetação e animais silvestres como os guanacos, as lhamas e as emas.  No pacote estava previsto uma parada para almoçarmos no Hostería LAGRO GREY, que fica ao lado do lago de mesmo nome e proporciona uma linda visão do lago que tem enormes pedras de gelo que se desprenderam dos “glaciales”, além da deliciosa comida francesa que era servida no restaurante.

Após o almoço fomos de carro até bem próximo às margens do Lago Grey, estava ventando forte e aliado ao frio tínhamos a sensação que pequenas giletes cortavam nosso rosto, mas a beleza daquelas enormes pedras azuis de gelo navegando pelo lago compensavam todo o frio que sentíamos. Depois de 3 horas de viagem de volta, em que vimos cair um nevadinha no caminho, chegamos ao hotel, às 16h, já escurecendo, fomos procurar uma Lan Hause para baixar as fotos (PCL 300/R$1,50 por 30min) e depois passamos em um mercado para comprar lanches e água para o dia seguinte, além de um vinho chileno (Casilero Del Diabo) e um bom sanduíche de baguete para, após um longo, cansativo, frio e maravilhoso dia de passeio, fazermos um belo lanche no quarto do hotel.
Após uma bela noite de sono, com as energias recompostas, novamente acordamos cedo, às 8h, para pegar um barco da Turismo 21 de Mayo, ainda noite, que nos levaria até os Glaciales Serrano e Balmaceda, na saída do passeio um lindo nascer do sol patagônico nos acompanhava. Estava muito frio fora da cabine que estava aquecida, com isso as saídas para fotografar e apreciar as belezas naturais, os animais e a vegetação tinham que ser rápidas, pois era um “frio de cortar”. O barco parou no Glaciar Blamaceda e depois, após uma caminhada de 1 Km chegamos ao Glaciar Serrano, que estava ao lado de um lago congelado e formavam juntos uma imagem inigualável. Ao retornarmos o barco parou em uma pequena estância onde iríamos almoçar. Chegando em Puerto Natales, 19h, fomos salvar as fotos em um CD, como acredito que era a única Lan House que tinha por ali, encontramos a Corine, que também estava salvando suas fotos, conversamos com ela e fomos comer uma sopa em um restaurante perto, onde ficamos até às 22h batendo papo.

No dia 24/7 acordamos mais cedo ainda, às 6h, para prepararmos para a viagem de 4 a 5 horas até El Calafate, uma pequena cidade localizada na província de Santa Cruz, Argentina próxima a fronteira com o Chile. Ficaríamos hospedados no Hotel Ariel nesta cidade, onde visitaríamos o GLACIAL PERITO MORENO, outra maravilha da natureza que foi de tirar o fôlego. A viagem de Puerto Natales (Chile) até El Calfate (Argentina) foi em um micro ônibus, ela por si só já foi interessante, pois o caminho estava todo coberto por neve, mal víamos a estrada, era tudo branco e no meio da viagem paramos em pequeno posto, ao estilo faroeste americano, isolado de tudo, não víamos casas, carros, nada por perto, nele uma pequena construção abrigava um bar ou algo assim, em que o café era a pedida de todos para aquecer o corpo. Passamos pela aduana dos dois países, na Argentina chamou atenção a placa com os dizer: “As ilhas Malvinas são da Argentina”. Ao chegarmos em El Calafate deixamos nossas malas no hotel e fomos caminhar para conhecer um pouco da pequena cidade, pois a visita aos glacias ocorreria no dia seguinte.
No dia seguinte, 25/7, às 9h, fomos conhecer o Glacial Perito Moreno, que é imenso e nos proporcionou uma imagem inesquecível. Nosso almoço foi um lanche que levamos, pois no parque não há local para refeições, às 17h30min estávamos de volta ao hotel na cidade. Após o banho e descansarmos um pouco saímos para jantar, sendo que a cidade possui o horário do comércio e de tudo mais relacionado com o turismo, as lojas abrem das 10h às 13h, depois fecham e reabrem a noite, das 16h às 21h, pois todos chegam lá  por volta das 10h e os que voltam do passeio chegam após 17h.


Após conhecer o Perito Moreno, no dia 26/7, às 16h, retornamos para Puerto Natales, novamente, na estrada muita neve, tudo estava branco – os campos, a estrada, as capas dos animais que estavam no campo, ficamos no mesmo hotel, que chegamos a noite e saímos antes de o sol nascer.
Partimos para Punta Arenas no dia 27/7, por volta de 9h, no Buses Fernandes (PCL 3.500) e chegamos às 12h, deixamos as malas no Hotel (bonito) e após o almoço fomos conhecer o FORTE BULNES. O Sr. Jorge novamente nos levava para conhecer este ponto turístico, aproximadamente 1hora de carro para chegar até o forte, localizado em monte alto onde existe replicas das casas, igreja e demais construções do forte, ela eram construídas de grama e terra para isolar do frio. Retornamos ao hotel, para um banho, descansar um pouco e depois sair para jantar no bar do hotel, onde comemos uma sopa quente e bebemos um belo vinho que foi dado de brinde pelo hotel.
 Dia 28/7, às 12h40min pagamos um vôo para Puerto Montt, onde passamos a noite e pela manhã fomos de ônibus para Vila Rica e depois até Pucón, onde ficaríamos hospedado por 7 dias no Grand Hotel Pucón, pacote de esqui e hospedagem que havíamos comprado. Em Puerto Montt avistamos de longe o vulcão Villa Rica , no qual iríamos esquiar e outros.
No dia 29, após muitas caminhadas, viagens e passeios pela patagônia chilena começávamos o período de uma semana que passaríamos em Pucón, onde poderíamos aproveitar dormir bem, descansar ainda mais nestas férias, pois o hotel tinha um ótimo serviço, bonitas instalações, banheira (que mais tarde saberia o valor de um banho quente em uma banheira) nos quartos, que eram espaçosos e, acredito, um dos melhores café-da-manhã de hotel que já havia experimentado, com direito até a “cheff” e cozinheiros para preparar os ovos mexidos.

Após nos alojarmos e fazermos as identificações fomos, no dia 30, para o centro de skipucon que fica no vulcão Villarica, que está ativo e é possível ver a fumaça saindo de seu topo, onde teríamos nossa primeira aula e iríamos inaugurar a montanha, antes alugamos o equipamento (botas e ski – PCL 30.000 p/pessoa para 3 dias). O segundo dia já foi mais tranqüilo, com as lições do primeiro dia tivemos menos tombos e um pouco melhor de controle para deslizar e frear na neve, também já estávamos mais acostumados com as pesadas botas que incomodam um pouco. No final desse segundo dia estávamos exaustos, assim, resolvemos no terceiro, 01/8, dia dar uma pausa no esqui e fazer um tour que estava incluído que era o banho nas águas termais vulcânicas. No dia 02/8, acordamos tarde e podemos aproveitar com toda calma o excelente “dasaiuno”, café da manhã. Nesse dia não fomos esquiar, pois devido a neblina e a nevasca que havia caído o centro de esquis estava fechado nas primeiras saídas da manhã, resolvemos ficar pela cidade e fazer uma calvagada, em torno de 1 hora, (PCL 12.000). No final da tarde pegamos um “buses” e fomos até a cidade de Villarica.
No dia 04/8 subimos para novamente até Vulcão Villarica na estação de esqui, porém, mais uma vez foi impossível devido a forte chuva que caia, o tempo ruim e várias pistas fechadas, com isso, retornamos ao hotel e da van víamos a chuva congelada caindo e parecia neve.
No dia seguinte, 05/08, fizemos o chek-out e deixamos as malas no guarda-volume do hotel, tomamos nosso excelente café da manhã e fizemos uma subida no Vulcão Villarica, mas dessa fez sem esqui, apenas para fotografar. Retornamos perto das 15h e fomos almoçar. Na estação de esqui tem um único restaurante, mas a comida é muito cara, servem lanches e almoços ao estilo “girafas”, uma dica é levar lanches ou barras de cereais para enganar um pouco a fome, apesar de que alguns momentos para espantar o frio um café ou cappuccino é necessário. Pegamos um ônibus, às 21h, com destino a Santiago, aproximadamente 800km e viajaríamos a noite toda, para amenizar a distância da viagem o ônibus da empresa JAC (US$ 21,24) era semi-leito, que facilitou o sono e tinha serviço de bordo (café, lanche, tv, ar condicionado e cobertor). Chegamos em Santiago perto das 7h do dia 06/08, deixamos as malas na rodoviária e fomos até o centro, onde visitamos o Museu Nacional e o de Arte Pré-colombiana. Após o almoço fomos a dois shoppings centers utilizando o metro subterrâneo e a noite, às 21h, pegamos o vôo para Buenos Aires e por fim a Porto Alegre.




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